Qual a dificuldade de uma garota tomar uma atitude quando a
um cara? A cada dia que passa eu me convenço mais que a igualdade dos sexos não
irá dar as caras nem tão cedo. O preconceito começa no momento em que o cara
tem que chegar na garota, correr o risco de fazer papel de otário e ainda
receber um não. Se as feministas estivessem realmente na procura de uma
sociedade sem discriminação por gêneros, deveria começar a mostrar isso quando
saem e encontram aquele cara boa pinta na balada. As moças dizem que não fazem
isso por ficarem parecendo “fáceis”. Ah, me poupe. É por isso que elas possuem
a imagem distorcida de que todo homem é um galinha que só quer dar uns amassos
e depois te jogar fora. Os caras que viraram as vadias nessas situações, e as
moças são os clientes exigentes. Não reclamo do direito de escolha das
mulheres, mas do jeito que elas fazem. Nunca se sabe de onde irá vir o cara da
sua vida, seja ele um rapaz que veio falar com você, seja ele um cara que você
mesma puxou assunto. Não pode existir esse tipo de preconceito, afinal, somos
todos humanos e no fim, sempre leva à reprodução. Portanto, moças, se vocês se
virem rodeadas por caras bonitos, não esperem; homens gostam de coragem e de
seguridade em uma mulher. E você? Concorda?
sábado, 5 de julho de 2014
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Descrônicas #10
Por que temos medo? O que caracteriza o medo? Qual a função
do medo? Ninguém sabe responder essas perguntas sem chegarem à elas novamente.
O medo é uma emoção que nos faz ter sentimentos ruins, más vibrações sobre
alguma coisa. Em outras palavras, o medo é o que faz desistir de várias coisas.
Uma pessoa ter medo é normal até de mais, o estranho é quando um sujeito
aparece no meio de uma praça e grita: eu não tenho medo de nada. Basta uma
simples revelação da existência de uma arma, que o sujeito opta por sair
correndo sem olhar para trás. Não existem pessoas sem medo. O mais perto disso,
são as pessoas que aprendem a controlá-los, de forma que não interfiram em suas
vidas. Eu gosto de pensar no medo como a emoção complementar do bom senso.
Volta e meia ele irá atrapalhar a sua vida, mas nas outras irá te salvar de uma
ou outra enrascada. O ser humano não gosta de sentir medo por achar que ele
atrapalha o decorrer da vida, e impede experiências novas. Mas a parte em que
todo mundo fecha os olhos, é onde o medo te salva de ir fumar aquele baseado
com um amigo perto da casa dele, de fazer sexo sem proteção, entrar em uma
briga com um cara 2x maior do que você. Percebem a introdução do bom senso?
Mas, e você? Já fez sua listinha para saber se o seu medo é ajudante ou
atrapalhado?
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Descrônicas #9
Crescer é uma obrigação que o tempo nos impõe. A cada ano
que passa, nós temos mais e mais responsabilidades e deveres. A visão nebulosa
da infância vai se desfazendo pouco a pouco, enquanto o adulto que deve existir
em nós é formado. Todo mundo quer crescer, até o momento que eles crescem, e se
arrependem. Crescer não é para ser divertido, não é para fazer você se dar bem
na vida. Crescer é simplesmente uma meta que a vida nos aplica sendo muito
mandona por isso. É claro que é doloroso. Abandonar nossas características
jovens que vão dando lugar a novas características com certeza é algo meio que
assustador. A cada dia que passa, nós nos perdemos mais em nós mesmos do que em
qualquer outro lugar. Toda a inocência, os sonhos: tudo vai se perdendo com o
passar do tempo. Existem hoje pessoas que se recusam a crescer, como na
história de Peter Pan. O garoto que foi um garoto para sempre. Tantos problemas
que chegam com a flor da idade realmente dão motivo para querermos ser mais um
da turma da sininho. Não podemos chamar os vários “Peters Pans” que encontramos
por aí de infantis, por mais que seja correto, mas sim, de pessoas que não
querem abandonar sua inocência. No dia de hoje, um pouco de inocência faz
falta, já que estamos sempre envoltos por responsabilidades, deveres, tarefas,
trabalhos, contas: estamos deixando de viver como nós sempre sonhávamos quando
crianças. E você? Está conformado com essa imposição da sociedade e vai crescer
para se tornar um adulto? Ou você sonha com um pouco de pó mágico que possa te
levar à terra do nunca?
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Rapidinhas #15
Enquanto vocês reclamam de estar me perdendo
Eu comemoro na tentativa de me achar
O progresso ainda é pouco
As conquistas tendem a vir devagar
Eu comemoro na tentativa de me achar
O progresso ainda é pouco
As conquistas tendem a vir devagar
Rapidinhas #14
Será que isso vai mudar?
Será que eu consigo mudar isso?
Ou será
Que você cansou dos meus serás?
Será que eu consigo mudar isso?
Ou será
Que você cansou dos meus serás?
Descrônicas #8
Todos nós sempre tivemos coisas para nos arrepender. Uma
oportunidade perdida, uma palavra dita: todas que nós preferíamos ter evitado.
O remorso persiste na nossa cabeça, até que algo venha para nos fazer largá-lo de
vez. Às vezes, um beijo perdido é consertado por um amasso alguns meses depois.
Uma briga é consertada algumas semanas depois – basta que haja um motivo para
ser consertada. Todos os momentos na vida tem uma possibilidade de substituição
por algo melhor, e isso inclui os momentos desperdiçados. Existem também os
casos onde uma sequência de momentos transforma algo belo em um sofrimento, e
acabam com a essência de uma relação. Eu sempre quis poder voltar no tempo.
Pode ver momentos preciosos acontecendo novamente, ver a história sendo escrita
e já sabendo o seu desenrolo. Viajar no tempo e poder arrumar as besteiras que
fiz, seria o meu desejo duradouro para toda a vida – e garanto que o de muita
gente também. Mas, ao contrário do que muitos querem, eu não me aproveitaria
disso para enriquecer, conseguir fama, e muito menos aproveitar-me de pessoas.
Minha única missão como viajante no tempo, seria para aparecer logo a frente de
mim mesmo de um período passado, e lhe estapear o rosto, dizendo as coisas
terríveis que ele fez, e todo o mal que fez pessoas amadas sofrerem. Com certeza,
eu me entenderia. Todos tem o dever de conviver com os seus erros, mas, nem
todos tem o direito e nem possibilidade de consertá-los. Eu me sinto mal por
todo o sofrimento que eu fiz uma pessoa importante passar, e agora, esse
sofrimento cai sobre mim em forma de descaso. Nós sempre sabemos quando estamos
errando, sabemos quando vamos errar. A única coisa que não sabemos, e a que
faria muitos erros deixarem de ser cometidos, é onde isso vai gerar
consequências, e quando. Se você pudesse voltar no tempo, o que você evitaria –
ou o que faria?
terça-feira, 1 de julho de 2014
Descrônicas #7
Hoje, foram postas a minha frente as seguintes palavras:
paixões, amor, conhecimento, compaixão, e por fim, vida. O objetivo dessa
disposição foi para buscar palavras-chave para cada expressão dessas.
Prontamente, tomei nota das minhas. Minha resposta para as paixões foi a
palavra “finitas”. Nenhum tipo de paixão é eterna, seja ela uma pessoa, seja
ela um objeto. Não importa o quão discordante você esteja, você sabe que é verdade. Não me entenda a mal, o
que você está pensando será consertado logo no próximo item. O amor teve como
resposta, a palavra “infinito”. Bom, o amor é o sentimento mais nobre e mais justiceiro que existe.
Sua capacidade de fazer valer características marcantes de algo ou alguém acima
de seus detalhes físicos e exteriores é sua verdadeira essência de infinidade.
Tornar uma relação normal, digna de uma visão que alcança além de qualquer
defeito e visa apenas melhorar a opinião sobre o avaliado. Grandes juras de
amor, cartas sobre o mesmo, e até os poemas: são elementos que tornam o amor um
grande infinito. O conhecimento nos leva a lugares inimagináveis, tanto físicos
quanto metafóricos. Mas antes de servir
de passaporte, ele serve como suprassumo de informações – não me diga. A
humildade adquirida com o decorrer do “conhecer”, transforma as pessoas. Faz a
pessoa mais cética, começar a se colocar no seu devido lugar. Ninguém é melhor
do que ninguém. A compaixão é o mais complexo. Ela representa um sentimento de
libertação para quem sabe empregá-la com compreensão, que é a chave de seu uso,
com a intenção de ajudar alguém. Entender o que uma pessoa passa é quase
impossível, mas isso não pode nos impedir de nos colocarmos em seu lugar para
ver o que teríamos que enfrentar, e, além disso, saber o que nós faríamos para
resolver. A compaixão é vista por maus olhos, como uma demonstração de pena.
Isso não pode existir. Se existe a pena, existe a arrogância, e se existe a
arrogância, existe a escravização – do seu ego, é claro. E por fim, a vida.
Nada pode encerrar melhor essa crônica, do que a simples palavra-chave que eu
encontrei para esse pequeno vocábulo, e também é caracterizado por ser seu antônimo.
Sim, me refiro à morte. Na vida, a única certeza que temos é que um dia a luz
deixará nossos olhos, nossos corações deixaram de bater, o sangue de circular,
o corpo de funcionar. A morte é a verdadeira descrição compatível com vida, por ser a única
que está presente a todo o momento assim como ela. A vida é uma doença
terminal, que tem 100% de chance de terminar em morte. Depois de ler isso tudo,
já pensou em quais são as suas palavras-chave?
Assinar:
Postagens (Atom)